Todo empresário que abre um CNPJ já se fez a mesma pergunta em algum momento:

“Será que estou pagando imposto a mais sem saber?” 

Na maioria das vezes, a resposta é sim, e não por má-fé de ninguém, mas porque a legislação tributária brasileira é cheia de detalhes que passam despercebidos quando a contabilidade se limita a “fechar a guia e mandar pagar”.

É exatamente esse tipo de situação que a série Motivos Reais, da Motiva Assessoria Contábil, veio mostrar. Casos verdadeiros, de clientes reais, com números na mesa, para provar que contabilidade estratégica não é discurso de venda, é resultado que aparece no bolso do cliente todo mês.

O caso: uma arquiteta de São Paulo

A protagonista do primeiro episódio é uma arquiteta autônoma, cliente da Motiva, com sede em São Paulo/SP. Como boa parte dos profissionais liberais que prestam serviço por CNPJ, ela fatura de forma variável mês a mês, conforme os projetos fechados.

No mês em questão, o faturamento dela foi de R$ 11.000.

A situação

Pelo cálculo “padrão”, aquele que muitos escritórios de contabilidade aplicam de forma automática, sem analisar as particularidades da atividade e do enquadramento da cliente, o imposto (DAS) a pagar seria de R$ 1.705.

Para qualquer prestador de serviço, esse é um valor que pesa. Em uma atividade como arquitetura, onde os meses de faturamento mais baixo também existem, um imposto calculado “no automático” pode corroer a margem sem que o empresário nem perceba que existia outro caminho.

O que a Motiva fez

Em vez de aplicar o cálculo padrão sem questionar, a equipe da Motiva analisou o enquadramento tributário da cliente e aplicou o método de cálculo correto para a atividade e a situação específica dela dentro do Simples Nacional.

O resultado desse cuidado técnico: o imposto real devido no mês foi de R$ 660.

O resultado

A diferença entre o que seria pago no cálculo genérico e o que foi efetivamente pago, graças à análise correta, foi de R$ 1.045 em um único mês.

Multiplicando por um ano, esse é o tipo de economia que muda o planejamento financeiro de um profissional autônomo, dinheiro que pode virar investimento em equipamento, reserva de emergência ou simplesmente mais tranquilidade no fim do mês.

Por que isso importa

Esse caso não é sobre “sonegar” ou usar brecha questionável. É sobre uma coisa simples e, ao mesmo tempo, rara no mercado contábil: olhar com atenção para o enquadramento e a atividade de cada cliente, em vez de tratar todo mundo com a mesma fórmula genérica.

Isso levanta a pergunta que fica no ar para quem lê este caso: você sabe se o seu contador está calculando o seu imposto da forma certa, ou só está aplicando a regra padrão, sem checar se ela é a mais vantajosa para a sua atividade?

Se você nunca teve certeza dessa resposta, o primeiro passo é simples:

Análise sem custo, direto no WhatsApp. Você não precisa trocar de contador para isso.

 


Este é um episódio da série Motivos Reais, da Motiva Assessoria Contábil, casos reais de clientes, de todo o Brasil, mostrando como decisões contábeis bem feitas geram resultado de verdade.